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Palpitações e extrassístoles: quando o “pulo no peito” é normal e quando pode ser um alerta: ❤️

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    À Sua Saúde
  • há 1 dia
  • 2 min de leitura

Muitas pessoas já sentiram uma sensação repentina no peito, como se o coração “falhasse”, desse um tranco ou um batimento mais forte. Esse sintoma costuma assustar, mas na maioria das vezes tem uma explicação comum na cardiologia: a extrassístole, que é simplesmente um batimento cardíaco que ocorre antes do momento esperado.


O coração funciona por meio de um sistema elétrico muito organizado, responsável por coordenar cada batimento. Em algumas situações, pode surgir um impulso elétrico antecipado, gerando um batimento extra. Depois desse batimento precoce, ocorre uma pequena pausa, que é justamente o que provoca a sensação de que o coração “parou por um segundo” ou bateu mais forte em seguida.


Esses batimentos extras podem surgir nas câmaras superiores do coração (extrassístoles atriais) ou nas câmaras inferiores (extrassístoles ventriculares). Apesar do nome técnico, elas são bastante frequentes e podem ocorrer até mesmo em pessoas com o coração completamente saudável.


Diversos fatores do dia a dia podem desencadear extrassístoles, como excesso de café ou bebidas estimulantes, ansiedade, estresse, noites mal dormidas, consumo de álcool, desidratação e fadiga intensa. Por isso, muitas pessoas percebem mais palpitações justamente em períodos de maior pressão emocional ou cansaço.


A boa notícia é que, quando o coração é estruturalmente normal, algo que pode ser avaliado com exames simples, essas batidas extras geralmente não representam risco. Em muitos casos, ajustes no estilo de vida, como reduzir cafeína, melhorar o sono e controlar o estresse, já são suficientes para diminuir bastante os sintomas.


Mesmo assim, algumas situações merecem atenção. É importante procurar avaliação médica se as palpitações vierem acompanhadas de tontura intensa, desmaio, dor no peito, falta de ar ou episódios prolongados de coração muito acelerado, ou se forem muito frequentes, surgirem durante exercício físico ou houver histórico familiar de morte súbita. Na maioria das vezes, porém, essas sensações são apenas variações benignas do ritmo cardíaco — um lembrete de que o coração também reage ao nosso ritmo de vida.

 
 
 

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